13/02/09 Desde o início do século XX, e com mais força na segunda metade da década de 50, percebemos a presença da música nordestina no sul do país.
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Nas horas vagas (lazer), esses trabalhadores - vindos dos mais variados pontos do nordeste - reuniam-se nas construções com outros nordestinos para cantar e tocar. Era, portanto, uma manifestação cultural que representava a nostalgia, a saudade e o saudosismo dos emigrantes por sua terra de origem, além de uma forma de válvula de escape para indivíduos presentes num ambiente hostil e muitas vezes miserável.
O resultado de toda essa mistura, foi essa nova música urbana que lembrava as origens de um público que se formava (nordestinos) e aumentava a cada dia. Toda essa situação propiciou a criação de um mercado para essa música, e conseqüentemente várias gravadoras interessadas em lançar esses ritmos como o xaxado, o coco, o xote, a polca e a mazurca. Percebeu-se também a necessidade da criação de um lugar onde essas pessoas pudessem se encontrar, principalmente para obter diversão. Daí o “boom” das casas de Forró na década de 60.
Depois de um período de certo esquecimento do Baião e de alguns outros gêneros musicais nordestinos, alguns artistas na década de 60 (Gilberto Gil, Caetano Veloso, Geraldo Vandré, etc.) deram um empurrão e nova valorização à essa música, compondo e gravando músicas no estilo. A mídia teve uma forte influência nesse aspecto, tanto o rádio como a televisão. A partir daí, o forró invadiu as universidades via centros acadêmicos, até virar moda dentro de ambientes mais intelectualizados, chegando também aos programas de televisão.

Como surgiram os ritmos que compõem o forró «
Os ritmos do forró são o baião, o xote, o xaxado, o coco, o vanerão e as quadrilhas juninas.
Os ritmos do forró são o baião, o xote, o xaxado, o coco, o vanerão e as quadrilhas juninas.
» Representantes do Forró
A popularização do ritmo se deu mesmo a partir da década de 40, com Luiz Gonzaga, pernambucano que veio para o Rio de Janeiro e gravou inúmeras músicas, que falavam do cotidiano nordestino.
A popularização do ritmo se deu mesmo a partir da década de 40, com Luiz Gonzaga, pernambucano que veio para o Rio de Janeiro e gravou inúmeras músicas, que falavam do cotidiano nordestino.
Ultimos comentarios
29/01/2012/ beatriz gosto muito de muido pq
22/12/2011/ Fernanda Amo...Amo... de paixao o forro
19/12/2011/ jose edivaldo dos samtos adoro forro;
07/11/2011/ marcelo parabens pelo sucesso do progama
15/10/2011/ kássio marcelo gosto muito dos shows de
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